O ACTUAL PRESIDENTE


José Manuel Abranja

Sob o lema: (Na linha da transparência)
O actual Presidente, surgiu nesta Associação, em Fevereiro de 1995 e desde então até ao mesmo mês de 2003 teve a seu cargo a presidência da Mesa da Assembleia-Geral, assumindo a pasta do Desporto e da Cultura. Serviu como espécie de muleta de apoio aos presidentes de direcção dos vários mandatos, criou o jornal de “O Feirante” do qual é Director, realizou nove Torneios de Futsal, entre os vários sectores da actividade, “obrigando” os feirantes a praticar algum desporto. Assim como um Convívio no Estádio Nacional e oito Festas/Convívio no Parque de Manutenção do Cabeço de Montachique.

Em Fevereiro de 2003 passou a Presidente de Direcção, Começou por definir tarefas pelos Corpos Gerentes, de acordo com estes criou as multas por faltas a reuniões de Direcção, cujo proveito resultou em jantar de Natal, Sondou a Câmara Municipal de Lisboa para que esta atribuísse à AFDL um espaço para Sede social e administrativa, geriu com a sua equipa mudanças de feiras, como Relógio, Carcavelos, Odivelas, Praça de Touros, Tires e S. Domingos de Rana, Forte da Casa, entre outras, Criou e concretizou a Mega Feira de Outubro ou Primeira Feira do Associado, no Parque das Nações, incentivou e depois apadrinhou o Nascimento da AFDP – Associação de Feirantes do Distrito do Porto, com esta e com a AFB – Associação de Feirantes das Beiras, realizaram o Primeiro Congresso de Feirantes em Vizela e o segundo em Oliveira de Frades, participando mais tarde no primeiro Convívio Nacional de Feirantes, em Fátima e Alvados em Maio de 2006, Criou com as outras Associações a FNAF – Federação Nacional das Associações de Feirantes. Conseguiu a cedência das instalações para a Sede, ainda que em bruto, mandou fazer obras adequadas às necessidades da Associação, Repetiu a Feira de Outubro, mudou o logótipo da AFDL, criou nova bandeira, fez nascer o site da Associação e presidiu à Inauguração, a coincidir com o décimo sétimo aniversário da Associação de Feirantes do distrito de Lisboa.

A CRÓNICA DO PRESIDENTE

RELATO EM TIPO DE ACTA Aos vinte e dois dias do mês de Fevereiro do ano dois mil e oito, a FNAF- Federação Nacional das Associações de Feirantes, representada pelo seu Presidente, Fernando Sá e o Vice-presidente José Abranja, acompanhados pela Dra. Carla Madeira, deslocaram-se ao gabinete da Administração Interna, onde foram recebidos Pelo Ministro da Administração Interna, Dr. Rui Pereira, Pelo Secretário de Estado, (?) assim como do Comando da GNR, o Tenente Coronel Óscar Rocha, da PSP, o Intendente Fiães Fernandes e ainda mais dois elementos que não identificámos, mas julgamos ligados às forças de autoridade. Esta reunião inicialmente prevista para as quinze e trinta, começou por volta das dezasseis horas e trinta minutos. Feitas as apresentações e após a oferta feita pelo o Sr. Ministro de água ou café, o mesmo fez questão de saber se esta federação representava exclusivamente os feirantes ourives ou se também representava outras actividades? Ao que foi dada resposta pelo Sr. Fernando Sá, especificando um pouco qual o âmbito da FNAF. Seguidamente a Dra. Carla Madeira, fez uma exposição verbal das nossas preocupações nomeadamente relacionadas com assaltos aos feirantes cuja actividade é o ouro e a falta de segurança que estes sentem, não tanto quando expõem mas sim nas deslocações. Outro dos pontos apresentados foi o desajustamento com que a ASAE surge nas feiras de forma assustadora e finalmente a preocupação com a própria segurança na feira em si, incluindo roubos “por esticão” a alguns dos utentes. O presidente da FNAF fez um reforço das referidas questões, vindo a falar que as autoridades que fiscalizavam as feiras eram gratificados, o que inicialmente surpreendeu todos os presentes, levando o próprio Ministro a fazer de imediato um telefonema para alguém a quem tratou por Sr. General e outro para o Director Nacional, para se inteirar da veracidade da situação. O Vice-presidente José Abranja, fez um relato de um acontecimento de roubo a um feirante que depois de encontrar o seu artigo a ser comercializado e perante a autoridade viu ir embora quem indevidamente comercializava o seu artigo, sem que este sofresse quaisquer represálias, por tais factos as autoridades ali representadas fizeram uma ligeira análise do sucedido e uma abordagem sobre o que deveria ter sido feito, pelo menos para a recuperação dos produtos, ou quiçá apreensão de viatura do prevaricador. Posto isto, o Sr. Ministro Rui Pereira, mencionou o registo das nossas preocupações reconhecendo que nos últimos quinze anos houve um aumento da criminalidade, tendo em conta muitas condicionantes e incumbiu o Sr. Secretário para preparar uma fórmula que possibilite uma maior segurança, aos feirantes, no caso ourives e foi falando nas novas tecnologias e da potencialidade que se poderia tirar delas, citando a titulo de exemplo o plano Táxi seguro, ao mesmo tempo que solicitou à Federação o envio de uma listagem dos feirantes dispostos à experiência, assim como a informação dos Distritos de maiores riscos para que as autoridades tenham esse factor em causa e por aí reforcem a segurança A segunda questão; fez saber que a ASAE não está sobre a sua administração e como tal, entendeu não falar sobre o assunto, ainda que reconheça os motivos dessa mesma preocupação, mas não seria assunto para esta reunião. Em resultado das respostas aos telefonemas feitos, esclareceu ter sido informado da existência dos gratificados quando requisitados e isso acontece, porque se julga que a sociedade também deve ter comparticipação neste tipo de despesas e não só o Estado. Sobre a terceira questão, entende que deve haver mais presença de autoridade nas feiras e embora o chamado roubo por esticão, seja aquele que não impõe agressões, por isso menos preocupante que os outros atrás citados, mas não deixa de ser tido em linha de conta, se bem que aqui não poderá haver muito a prevenir a não ser uma presença de autoridade mais reforçada tanto quanto possível mediante as condições locais e disponibilidade local. Seguiu-se depois alguns minutos de trocas de impressões entre os presentes, com algumas sugestões à mistura mas sem um registo digno de constar em acta. Finalmente e em termos de balanço, foram revistas as questões antes afloradas, assim como a prevenção a tomar e aqui foi criada a ideia de lançar um manual de boas práticas a explorar no universo dos feirantes e do género de aconselhar a tomar determinadas medidas que em conjunto contribuam para uma eficácia minimamente segura. Ao levantarmos da mesa que serviu de Apoio à reunião o Sr. Ministro fez alusão à postura dos elementos que ali representavam a Federação e à prática ponderada como estes apresentaram as suas questões e mostrou sem rodeios que aquele gabinete teria a porta aberta sempre que a Federação julgue necessário apresentar as suas legítimas preocupações. Já com todos os presentes em pé, foram feitas as habituais despedidas a todos os elementos excepto ao ministro que fez questão de nos acompanhar à porta a onde então sim se despediu, dando-se aqui o ponto final nos trabalhos, seriam sensivelmente por volta das dezoito horas. Para que conste em registo e do género de acta, este relato foi escrito ainda no mesmo dia pelo Vice-presidente da Federação, José Manuel Abranja.

OS OUTROS PRESIDENTES

José Maria da Conceição Alegre, é um homem com figura carismática no seio da actividade, tem consigo o eterno estatuto de Fundador, ainda que esse estatuto seja partilhado por mais quatro elementos, a verdade é que foi ele o contemplado com o nº. 1, como Associado da AFDL, antes presidiu à Comissão Instaladora, que deu na concretização da referida Associação, desde 24 de Outubro de 1989, onde se manteve como Presidente e esse cargo foi por ele mantido até Janeiro de 1994. Durante o seu mandato perdeu a Feira de Santa Maria dos Olivais, foi um senão que nem por isso manchou a sua liderança.

José Alegre

ASSOCIAÇÃO DE FEIRANTES DO DISTRITO DE LISBOA
Fundada em 24 – 10 – 1989)

Ramiro Eduardo de Almeida Machado, surge nos Órgãos Sociais logo no primeiro mandato, entre 1994 e 1995, como Presidente da Mesa da Assembleia, passando a Presidente de Direcção, entre 95 e 97, durante esse período multiplicaram-se as reuniões com destaque para as entidades políticas, dando assim a conhecer mais e melhor a AFDL. Falhou a concretização da CNAF. Afastou-se depois para voltar a ocupar de novo o cargo entre 99 e 2000. Porém a segunda passagem pela presidência foi um pouco menos preponderante que a primeira, reconhecido por si próprio. Afastou-se dos Órgãos Directivos, mas continua a nutrir amor à causa.

R. Machado

CADA PRESIDENTE, DEIXA A SUA MARCA
(Mais pormenorizada em Actas da Direcção)

Francisco Manuel Alcario Saramago, concorreu na liderança de uma lista nas eleições de 1995, apresentando a desistência da mesma à boca das urnas, no entanto chegaria a Presidente de Direcção em 97, procurou seguir a linha do crescimento e criou alguma solidez monetária, terminou em 99, para voltar em 2003 não na Presidência, mas passando depois a Presidente da Assembleia-geral, cargo que deixou em 2005, por motivos profissionais, ficando no entanto ligado aos Órgãos Directivos, agora como um dos Vice-presidentes. Foi e continua a ser figura controversa para uns e de elevado destaque para outros.

F. Saramago

AS BOAS EQUIPAS FAZEM OS BONS LIDERES
(E dão mais força às presidências)

Vítor Manuel Gonçalves Garcia, homem de largos conhecimentos na área geográfica de Cascais, sempre disponível para se movimentar quando necessário em prol da Associação que liderou desde Novembro de 2000, até Janeiro de 2003. Na sua gestão tentou seguir o exemplo dos antecedentes no equilíbrio e na tentativa de crescimento da própria Associação. No final apresentou algum cansaço físico e disponibilizou-se para fazer parte de outra Direcção mas não na presidência, passou então a Vice-presidente para a área de Cascais.
Também ele fará parte da história presidencial da AFDL

Vítor Garcia

SER PRESIDENTE TAMBÉM CANSA O ESPIRITO
(Mas pode ser um cansaço agradável)